segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nossa História pelo Wiki



  

  Camboriú foi emancipada de Itajaí em 5 de abril de 1884, elevando-se à categoria de vila. A sede do município, localizada na Barra, logo foi transferida à Vila do Garcia, devido ao seu vertiginoso desenvolvimento, onde hoje está o centro da cidade e principal núcleo populacional do município.


  A economia da cidade, na primeira metade do século XX, desenvolvia-se com relativo vigor, em virtude da exploração de mármore e granito, onde suas jazidas eram abundantes; e da cultura do café, levando Camboriú a líder estadual de produção dessas duas atividades. A agricultura era principal fonte de renda, contando ainda com culturas do arroz, milho, aipim, trigo, feijão, banana, cana-de-açúcar e hortaliças, além da pesca e a pecuária.
 

  A partir da década de 1950, com a decadência da cultura cafeeira devido a adversidades climáticas, onde a cada inverno safras se perdiam com as geadas, Camboriú descobriu uma grande "mina de ouro": o mar. A pesca já era importante fonte de renda da cidade desde seus primórdios, mas o turismo começava a ser descoberto. Alemães e descendentes vindos da região do Vale do Itajaí já utilizavam a Praia de Camboriú para o lazer e lá construíram imponentes casas de veraneio em estilo enxaimel e germânico (algumas ainda remanescentes, quase todas deram lugar a espigões de concreto armado), e passaram o hábito do banho de mar ao povo local, que antes apenas se banhavam para fins medicinais. Com o primeiro panfleto turístico com fins de divulgação deste balneário, o bairro da praia logo receberia visitantes de todo o Estado e posteriormente de outros, desenvolvendo-se rapidamente, até se tornar Distrito.
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   Mas, na década de 1960, o grande crescimento, o boom do turismo e o do setor imobiliário levaram um vereador a apresentar um projeto de lei visando à emancipação do Distrito da Praia de Camboriú. Tão desenvolvido estava o distrito que dali era a maior representação da Câmara Municipal. Após várias discussões e manifestações, em 20 de julho de 1964 o projeto foi aprovado e naquele momento se emancipava e se fundava o município de Balneário Camboriú. Para a cidade de Camboriú, a perda da parte mais desenvolvida foi muito pesada.

 

Da nada não né vô, ficamos com as Ass. d Deus \o/


  A partir daí, a cidade parou no tempo. Para agravar o quadro, a Comarca de Camboriú se transfere para o novo município, construindo lá seu fórum. Em 1970, outro fator negativo: foi inaugurada a BR-101, asfaltada e por um caminho mais rápido e seguro, passando longe da cidade, já que a antiga estrada cortava a cidade e escoava a produção agrícola e, principalmente, da mineração. Falando na mineração, as jazidas de granito e mármore, outrora abundantes, que lhe concederam o título de "Capital do Mármore", entrava em plena decadência, até o esgotamento das grandes jazidas.

  A partir daí, a cidade sobreviveu do que restava das pedreiras, da cerâmica de telhas e da agricultura.

  No final dos anos 1980, a cidade, que estava com aparência de "cidade-fantasma", despertou. O elevado custo de vida do município vizinho fazia com que os novos moradores viessem a se instalar na cidade. Surgiram novos bairros como o Monte Alegre (Medo O.O), Tabuleiro e Areias, antes bairros rurais. A industrialização (?) surge também, com a criação dos distritos industriais do Cedro e do Tabuleiro. A cidade volta a respirar.
Sente o drama Lucas Lotério
  Em 1993, o prefeito Ainor Lotério lança o Turismo Ecológico-Rural em Camboriú. Favorecido por florestas de mata Atlântica, cachoeiras, trilhas e montanhas, o município passa a dar valor à essas riquezas. Donos de fazendas do interior da cidade transformam suas propriedades em hotéis-fazenda e pesque-pague, criando grandes opções de lazer. Em 1995, foi inaugurado o Hospital Eduvirges Bernardes, atual Fundação Hospitalar de Camboriu São Francisco, ainda único hospital da cidade. Em 1996,, Camboriú ganhou o selo de cidade de grande potencial turístico pela Embratur. E, em 2000, a cidade voltou a ter sua comarca judicial e seu fórum instalado.



  Nos últimos dez anos, ocorreu uma explosão demográfica na cidade. Novos loteamentos surgiram, alguns sem infraestrutura básica como água e saneamento, causando grande impacto ambiental. O rio Camboriú e seus afluentes passaram a sofrer com a poluição e degradação de seus mananciais e surgiram favelas. A população em 1996 era de aproximadamente 35 000 e, em 2006, passava dos 50 000, exigindo do poder público investimentos mais pesados para manter a qualidade de vida da cidade, abalada também pelo aumento da criminalidade. A pacata cidadezinha ganhou outros ares por conta do progresso. O progresso que o povo não queria ("não queria o car@#%" - pensador ver. Xande), infelizmente.
  Recentemente, foram apresentados projetos de saneamento da cidade, os serviços de água e esgoto foram municipalizados. Foi criada uma comissão para controle de degradação ambiental e ocupação irregular (CUIDA), as ruas centrais ganharam asfalto e reurbanizadas e está previsto para breve o novo Plano Diretor Municipal. E, na área turística, está sendo implantado, nas proximidades do bairro do Barranco, um condomínio de alto padrão com campo de golfe de padrão internacional.

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Tacalôpau nesse carrinho Luzia véia

                       


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  Nas eleições de 2008, um fato histórico: Luzia Coppi Mathias (PSDB), que entrara como candidata a vice-prefeita na chapa encabeçada pelo prefeito Edson Olegário (Edinho), que tentara reeleição, passou a encabeçar a chapa devido à impugnação de Edinho por ele não ter votado no plebiscito sobre o desarmamento em 2005 e não ter justificado dentro do prazo. Mesmo assim, Luzia se elegeu com sessenta por cento dos votos e se tornou a primeira mulher a governar Camboriú em seus 124 anos de existência, ao tomar posse em 1º de janeiro de 2009. Nas eleições de 2012, Luzia é reeleita com pouco mais de 54% dos votos, concorrendo contra seu antigo companheiro de chapa Edinho(PDT), Aldinho (PMDB) e Claudinei Loos (PSD)

Conhecer Camboriú pelo Wikimodinha




Camboriú é um município do estado de Santa Catarina, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 27º01'31" sul e a uma longitude 48º39'16" oeste, estando a uma altitude de oito metros. Sua população estimada em 2008 era de 56 315 habitantes. Possui uma área de 214,5 km².

O topônimo "Camboriú" é uma referência ao Rio Camboriú. É um nome com origem na língua tupi. Significa "rio dos robalos", através da junção de kamuri (robalo) e 'y (rio). (cuidado com as atuais espécies orgânicas que você pode pescar nesse rio de meu cambuka [rsrs]). 
Outra hipótese é a de que a origem indígena inspira-se no relevo da Pedra Branca, morro que lembra um seio de mulher e que é visível de diversos pontos município. De acordo com Patrianova, em seu Pequeno livro, Cambu, significa mamar e Ryry, que é igual a Ruru e que é igual a Riú, significam recipiente de mamar, ou seja, seio.


Suas principais atividades econômicas são: comércio, indústria, agropecuária, mineração de granito e mármore, turismo ecológico e rural.
A atividade agrícola predominante é o cultivo de arroz irrigado. Conta também com a produção de milho, frutas, hortaliças, feijão e aipim e outras com menor representatividade.
Na pecuária, há criação de gados bovino, suínos, caprinos, ovinos e aves, tanto de corte tanto para produção de ovos. As propriedades rurais são constituídas de minifúndios (pequenas propriedades), a grande maioria, familiar. Completam-se as plantações de pinus e eucaliptos para o setor madeireiro.
Na mineração, além das pedreiras, Camboriú dispõe ainda de reservas de argila para cerâmica. Possui também fontes de água mineral.
A indústria constitui-se das cerâmicas para produção de telhas e tijolos, madeireira, metalúrgica, concreteiras, móveis e têxteis (confecção).

Esqueceram de falar dos loteamentos e condomínios. É condomínio nesse cambuka...


Fundada por colonos portugueses e açorianos, tem, na sua cultura, a herança desses povoadores e colonos. Um exemplo disso é a Festa do Divino Espírito Santo, realizada em maio/junho e um dos principais eventos da cidade, com cortejo do casal imperador e imperatriz. Em suas vésperas, tem o cortejo da bandeira do Divino, onde vários moradores recebem-no com a bandeira e são deixadas a eles fitinhas vermelhas. Outros exemplares dessa herança cultural que ainda vivem são: o boi de mamão, o terno de reis, o pau-de-fitas e a farra do boi; além da arquitetura de poucas casas históricas remanescentes e no sotaque dos moradores tradicionais.
Tem, como principais eventos, o Encontro Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora (na falta de tag: http://www.gideoes.com.br/quem-somos) realizado nos meses de abril de cada ano, com duração de cerca de dez dias #oredivulgueealuguesuacasa$, reunindo cerca de 100 000 pessoas por dia (gente pra c#$%, amém) e mobilizando evangélicos de todo o Brasil (e não evangélicos), que por sinal é o maior encontro de missões do mundo (xaraba \o/ dale pau nesse carrinho vô velho); o Louvor de Verão, encontro católico realizado em janeiro; rodeios em seus CTGs; corridas de motocross de âmbito local, estadual e nacional no Motódromo Lua Cheia; festas juninas em seus colégios e igrejas; além de vários promovidos pela população e pela Prefeitura. Possui, ainda, o Rancho Maria's, onde são realizados shows de bandas e de cantores de sucesso nacional e festas rave, localizados no Rio Pequeno e o Salão do Gustavo, utilizado durante o carnaval, este na localidade do Braço, na zona rural.
Camboriú possui, ainda, um clube de futebol profissional: Camboriú Futebol Clube. Fundada em 12 de abril de 2003, o Camboriú (chamada pelos torcedores de "Cambura"), atualmente, disputa a Divisão Especial do Futebol Catarinense, após a conquista do título da Divisão de Acesso em 2006 (o primeiro conquistado pela equipe profissional do clube) e manda seus jogos em casa no Estádio Municipal Roberto Santos Garcia (o Robertão), inaugurado em 2001. Tem como seu presidente José Henrique Coppi e fundador Altamir Montibeller.

Geografia, atrás de BC, e da bastante enchente \o/


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